Como escolher a cinta de serra ideal

Share on facebook
Share on linkedin
Share on whatsapp

Existe uma grande variedade de cintas de serra. A tecnologia avançada desse segmento permite-nos escolher entre muitas variáveis como: comprimento, espessura, material da serra, formato e tamanho dos dentes. Estas variáveis influenciam a eficiência do corte em termos de qualidade no acabamento e na durabilidade deste consumível.

Preparamos esse conteúdo como objetivo mostrar os diferentes tipos de serras e contribuir na escolha da cinta de serra mais adequada para si dentro do mercado da metalomecânica. Para isso, precisamos ter em mente algumas variáveis que trazemos aqui:

Qual é a composição do material a ser cortado?

O material a ser cortado é a primeira questão a ser levantada. Para materiais muito abrasivos como pedra ou vidro é recomendado o uso de cintas com resistência extra, fabricadas com pó de tungsténio e com o desenho de dentes menos afiados embora com maior força, como o modelo Simonds Grit. Já para corte de materiais de extrema dureza como Inconel ou Titanio a solução é uma cinta em metal duro, ataque positivo e sequência especial dos dentes como a Simonds Triple Chip. Caso o material seja Inox, onde é necessário grande velocidade de corte e capacidade de penetração maior, a resistência ao rompimento é um ponto-chave, como podemos encontrar na Simonds Quad Grind. Para além das opções citadas, ainda há serras para uma vasta gama de materiais como madeiras, pallets, plásticos e espumas que não trataremos aqui.

 

Pretende cortar materiais maçicos, perfis ou os dois?

Além dos materiais de alta dureza e outros tipos especiais há uma outra variável importante na escolha da cinta de serra: se o corte será feito em peças maciças ou em peças perfiladas.

Nas opções de corte em unidades maciças, as serras precisam ter mais dureza que o normal, como que é o caso da Simonds XPM51 SCL, pois oferece melhor acabamento, especialmente para maçicos em inox, onde é necessário dentes com angulação extremamente positiva. Nestes casos a Simonds Siclone seria o modelo mais indicado.

Para aliar alta produtividade a uma possibilidade de corte com mais força de penetração sem afetar a durabilidade da ferramenta existem desenhos de dentes e afiações especiais, como a linha Simonds Sinewave, que une com estas características o melhor dos dois mundos.

Para corte de perfis, tubos ou vigas, as cintas que trabalham bem com vibrações é o principal desafio, pois estas situações diminuem a vida útil da serra. Alguns desenhos dinâmicos da serra como os da Simonds SBX One permite realizar tais cortes evitando o efeito de pinçamento.

Para os perfis de inox, especialmente em cortes com interrupções, um desenho pensando no pré-corte melhora a resistência ao choque, como o caso da Simonds SBX inox. Ainda para estruturas e vigas mas para trabalhar com alta velocidade e pouca lubrificação, um recobrimento de AL-TIN permite maior resistência ao calor e abrasão assim como diminui o desgasde por fricção e altas temperaturas como o caso da Simonds SBX Coat.

Caso se trabalhe com materiais variados, mas também formas variadas como peças maciças, vigas e perfis, uma serra de uso universal é o mais indicado. Recomenda-se um desenho de dentes intermédios e composição da serra de boa resistência para permitir uma grande versatilidade.

Está claro que as serras mais universais não trazem o mesmo rendimento de uma serra específica para o material e tipo de peça, mas poderá executar um bom trabalho. Nestes casos uma Simonds M42 é a nossa recomendação, pois une a flexibilidade de aplicação a uma solução mais económica. Mesmo para cortes universais há serras com desenhos de dentes e afiações mais efetivas. Nestes casos consegue-se cortes mais retilíneos e com melhor acabamento, especialmente em materiais maciços, além de garantir maior vida útil das serras. Este é o caso da Simonds M42 GT.

 

Circunferência, espessura e altura.

Estas são as variáveis mais fáceis de escolher. Ainda que afetem diretamente a resistência, eficiência e qualidade do corte, são configurações que variam de acordo com o serrote, desse modo há pouca margem de variação.

Conclusão.

Seguindo estas indicações é possível escolher a cinta de serra ideal para o seu trabalho em poucos passos, bastando saber a composição do material, o formato, a qualidade de acabamento e as definições do serrote. Caso ainda tenha alguma dúvida, não hesite em nos contactar, pois temos uma equipa técnica apta para orientá-lo em cada caso.

Menu

Condições da campanha

Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição Condição